Gestão de Vulnerabilidades

O scanner identifica vulnerabilidades. A Cipher diz qual corrigir primeiro.

Gestão contínua que vai além da varredura: identificamos, priorizamos e acompanhamos vulnerabilidades com base no risco real do seu ambiente.

O que entregamos

Três frentes de cobertura contínua.

01

Scan Interno, Externo e Web

Varredura contínua de ativos internos, superfícies externas e aplicações web. Para web, inclui análise dinâmica (DAST): simula interações reais e detecta falhas que varreduras passivas não alcançam.

02

Scan em Containers

Runtime: análise do container em execução — imagem, bibliotecas, dependências e sistema operacional subjacente. Shift-left: análise de imagens antes do deploy em Azure ou AWS, ainda no pipeline. A falha encontrada antes de produção custa muito menos para corrigir.

03

Scan ASV para PCI DSS

Varreduras externas certificadas por Approved Scanning Vendor, exigidas pelo PCI DSS. Inclui validação periódica dos ativos expostos e emissão dos relatórios formais para auditoria.

Camada analítica

Ferramenta sem processo vira ruído.

O scanner entrega um relatório. A Cipher entrega a resposta para o que vem depois.

A Cipher aplica camada analítica sobre os achados: exposição do ativo, segregação, criticidade para o negócio e tipo de dado tratado. Uma vulnerabilidade "Alta" no scanner pode ser baixa prioridade num host isolado — e crítica num servidor público sem patch.

Curadoria dos achados

Falso positivo reduzido. O time de TI atua no que tem risco real, não no que apenas gera volume no dashboard.

Priorização que faz sentido

Exposição do ativo, acessibilidade, criticidade e tipo de dado — tudo pesado antes de definir o que corrigir primeiro.

Causa raiz, não sintoma

Agrupamos vulnerabilidades relacionadas para evitar o tratamento fragmentado que resolve a superfície e deixa o problema por baixo.

Remediação com direção clara

Patch específico, ajuste de configuração ou mitigação provisória. Não entregamos uma lista de problemas — entregamos o caminho.

A falha mais comum que encontramos

Não é um zero-day. É exposição básica: RDP aberto, banco de dados com senha padrão, servidor esquecido na internet sem hardening.

Não precisa de exploração sofisticada. Vira ponto de entrada para comprometimento total.

Ciclo contínuo em cinco etapas

Do achado ao controle.

Cada rodada alimenta a próxima. O ambiente vai ficando mais controlado ao longo do tempo.

  1. 01

    Descoberta

    Inventário dos ativos no escopo, validação de alcance e segmentação. Aqui definimos o que está em jogo.

  2. 02

    Classificação

    Os achados passam por enriquecimento técnico: severidade, tipo de vulnerabilidade e contexto do ativo avaliado.

  3. 03

    Priorização

    A criticidade é ajustada pelo risco real do ambiente — exposição, acessibilidade e impacto no negócio. É aqui que eliminamos o ruído.

  4. 04

    Apoio à Remediação

    Direcionamento técnico claro: patch, configuração, hardening ou mitigação quando a correção imediata não é viável. O time de TI executa com informação, não no escuro.

  5. 05

    Verificação / Rescan

    Revalidação após a correção. Identificamos recorrências e ajustamos a postura de segurança de forma contínua.

Dashboard executivo

O CISO precisa de tendência, não de lista.

O dashboard não mostra quantas vulnerabilidades existem. Ele mostra se o ambiente está melhorando.

Estamos reduzindo risco ou acumulando vulnerabilidade?
Estamos corrigindo no ritmo adequado?
Onde está o maior risco hoje?
Quais ativos representam maior exposição?
01

Evolução mensal

Vulnerabilidades ativas versus corrigidas ao longo do tempo. Fica claro se o ambiente está melhorando ou acumulando risco.

02

Distribuição por criticidade

Crítico, Alto, Médio, Baixo — em percentual e valor absoluto, para priorização rápida.

03

Taxa de remediação

Quanto do backlog está sendo efetivamente tratado a cada mês.

04

Status consolidado

Ativas, corrigidas, novas e reabertas. Identifica recorrências e gargalos antes que virem problema.

05

Top ativos críticos

Quais hosts concentram o maior risco. Direciona a ação de quem precisa decidir rápido.

06

Causa recorrente

Softwares desatualizados, hardening ausente, configurações fracas. Evidencia o que é problema estrutural, não pontual.

07

Risco potencial vs confirmado

Separa volume técnico de risco real — para que ninguém perca tempo com o que não vai ser explorado.

Integrado ao SOC

Vulnerabilidades conhecidas viram inteligência para o SOC.

Os achados alimentam o SOC by xMDR: ativos com vulnerabilidades críticas recebem maior atenção na operação. Quando uma tentativa de exploração acontece, o SOC já sabe o que está em risco. Exposição conhecida correlacionada com atividade suspeita — resposta mais rápida, ataque contido antes do impacto.

Tecnologia

Plataformas que operamos.

A escolha da ferramenta segue a necessidade técnica, a arquitetura do cliente e os requisitos de conformidade.

Qualys VMDR
Tenable Nessus
Tenable.io
Dúvidas frequentes

Perguntas que surgem antes de contratar.

Não. Scans autenticados são seguros e controlados. Para ativos sensíveis — legados, SCADA, bancos de dados críticos — usamos janelas controladas ou varreduras não intrusivas. Tudo alinhado com o time responsável antes de executar.
É o cenário mais comum. A priorização resolve: cruzamos contexto de risco, exploração ativa e exposição do ativo — não apenas o CVSS do scanner. O time de TI sai com uma lista curta e acionável, não com uma planilha de 800 linhas.
A ferramenta identifica. A gestão decide e persegue a correção. Sem ciclo completo de validação, priorização e revalidação, vulnerabilidade identificada continua sendo vulnerabilidade explorável.
Não. O serviço é consultivo: entregamos o direcionamento técnico — patch, configuração, hardening ou mitigação. O time de TI executa. A Cipher valida depois.
O analista valida com base em evidências: versões de software, banners, respostas de serviço e contexto de exploração ativa. Quando há dúvida, o achado é classificado com transparência — e o cliente recebe orientação de como confirmar ou descartar.
Com números, não percepção. Redução de vulnerabilidades críticas abertas, queda na exposição externa, MTTR menor, menos recorrência. O dashboard mostra a evolução mês a mês — e o ambiente vai tendo cada vez menos caminhos viáveis de exploração. Isso é mensurável.
Sim. Cobrimos containers em execução (runtime) e imagens antes do deploy (shift-left) em ambientes como Azure e AWS. A ideia é encontrar a falha no pipeline, antes de chegar em produção — onde corrigir custa muito mais.

Quantas vulnerabilidades críticas estão abertas no seu ambiente agora?

Uma conversa de 30 minutos com um consultor sênior.

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