Scan Interno, Externo e Web
Varredura contínua de ativos internos, superfícies externas e aplicações web. Para web, inclui análise dinâmica (DAST): simula interações reais e detecta falhas que varreduras passivas não alcançam.
Gestão contínua que vai além da varredura: identificamos, priorizamos e acompanhamos vulnerabilidades com base no risco real do seu ambiente.
Varredura contínua de ativos internos, superfícies externas e aplicações web. Para web, inclui análise dinâmica (DAST): simula interações reais e detecta falhas que varreduras passivas não alcançam.
Runtime: análise do container em execução — imagem, bibliotecas, dependências e sistema operacional subjacente. Shift-left: análise de imagens antes do deploy em Azure ou AWS, ainda no pipeline. A falha encontrada antes de produção custa muito menos para corrigir.
Varreduras externas certificadas por Approved Scanning Vendor, exigidas pelo PCI DSS. Inclui validação periódica dos ativos expostos e emissão dos relatórios formais para auditoria.
O scanner entrega um relatório. A Cipher entrega a resposta para o que vem depois.
A Cipher aplica camada analítica sobre os achados: exposição do ativo, segregação, criticidade para o negócio e tipo de dado tratado. Uma vulnerabilidade "Alta" no scanner pode ser baixa prioridade num host isolado — e crítica num servidor público sem patch.
Falso positivo reduzido. O time de TI atua no que tem risco real, não no que apenas gera volume no dashboard.
Exposição do ativo, acessibilidade, criticidade e tipo de dado — tudo pesado antes de definir o que corrigir primeiro.
Agrupamos vulnerabilidades relacionadas para evitar o tratamento fragmentado que resolve a superfície e deixa o problema por baixo.
Patch específico, ajuste de configuração ou mitigação provisória. Não entregamos uma lista de problemas — entregamos o caminho.
Não é um zero-day. É exposição básica: RDP aberto, banco de dados com senha padrão, servidor esquecido na internet sem hardening.
Não precisa de exploração sofisticada. Vira ponto de entrada para comprometimento total.
Cada rodada alimenta a próxima. O ambiente vai ficando mais controlado ao longo do tempo.
Inventário dos ativos no escopo, validação de alcance e segmentação. Aqui definimos o que está em jogo.
Os achados passam por enriquecimento técnico: severidade, tipo de vulnerabilidade e contexto do ativo avaliado.
A criticidade é ajustada pelo risco real do ambiente — exposição, acessibilidade e impacto no negócio. É aqui que eliminamos o ruído.
Direcionamento técnico claro: patch, configuração, hardening ou mitigação quando a correção imediata não é viável. O time de TI executa com informação, não no escuro.
Revalidação após a correção. Identificamos recorrências e ajustamos a postura de segurança de forma contínua.
O dashboard não mostra quantas vulnerabilidades existem. Ele mostra se o ambiente está melhorando.
Vulnerabilidades ativas versus corrigidas ao longo do tempo. Fica claro se o ambiente está melhorando ou acumulando risco.
Crítico, Alto, Médio, Baixo — em percentual e valor absoluto, para priorização rápida.
Quanto do backlog está sendo efetivamente tratado a cada mês.
Ativas, corrigidas, novas e reabertas. Identifica recorrências e gargalos antes que virem problema.
Quais hosts concentram o maior risco. Direciona a ação de quem precisa decidir rápido.
Softwares desatualizados, hardening ausente, configurações fracas. Evidencia o que é problema estrutural, não pontual.
Separa volume técnico de risco real — para que ninguém perca tempo com o que não vai ser explorado.
Os achados alimentam o SOC by xMDR: ativos com vulnerabilidades críticas recebem maior atenção na operação. Quando uma tentativa de exploração acontece, o SOC já sabe o que está em risco. Exposição conhecida correlacionada com atividade suspeita — resposta mais rápida, ataque contido antes do impacto.
A escolha da ferramenta segue a necessidade técnica, a arquitetura do cliente e os requisitos de conformidade.
Uma conversa de 30 minutos com um consultor sênior.